Fui atleta de futebol com potencial. Perdi minha oportunidade por questões mentais.
Essa dor pessoal me levou a dedicar mais de 17 anos para que outros não perdessem as suas. Em 2008, comecei a trabalhar com preparação mental em clubes. Fui convocado inicialmente para "apagar incêndios" - momentos de crise e luta contra rebaixamento.
O impacto era visível: no Fluminense 2009, meu trabalho resultou no cântico "Guerreiro, time de guerreiros" que ainda ecoa nos estádios.
Busquei pós graduação em psicologia esportiva (2009) porque sabia que precisava de ciência, não apenas experiência. Aperfeiçoei o método MR3 ao longo de mais de 17 anos, atendi mais de 40 clubes e mais de 10.000 atletas. Hoje sou pioneiro em treinamento cognitivo - o primeiro departamento do Brasil já está em operação.


